O sagrado vs o comercial



Não deveríamos, mas já estamos acostumados a certos tipos de reportagens durantes períodos que deveriam ser muito importantes no calendário cristão, a Páscoa e o Natal. Nessa época é muito comum os jornais mostrarem o aquecimento do mercado com a venda de artigos que fazem alusão ao que se está se comemorando, contudo isso transformou essas datas importantíssimas em apenas um sorvedouro de dinheiro por parte daqueles que
enxergam apenas os benefícios do dinheiro. A venda dos ovos de chocolate, a criação de personagens que nada tem a ver de verdade com a Páscoa que deveria ser acima de tudo um período de austeridade acabam deixando as pessoas em polvorosa por comprar o ovo de chocolate com o melhor tipo de recheio sempre maior e sempre mais caro, e o pior de tudo isso, a criação do sentimento consumista nas crianças que sempre imploram por ovos com brinquedos de brinde que custam sempre mais e mais.
Eu não estou aqui para fazer aquela famigerada comparação entre uma barra de chocolate e um ovo de chocolate, qualquer um que entenda o minimo de como funciona o mercado sabe que o que incide sobre o valor dos ovos são valores subjetivos, justamente o mercado explorando o consumismo da sociedade para poder criar lucro sazonal. Eu estou aqui para pelo menos tentar fazer com que as pessoas retornem ao ponto em que nossas vidas girava em torno do que representa a morte e a ressurreição do Nosso Senhor.
Ao retirar Cristo do pensamento do povo, principalmente das crianças nós estamos criando uma sociedade completamente vazia do maior de todos os pedidos que Jesus nos fez, a prática da caridade, pois essa é uma obrigação de todos os cristãos. Com a caridade podemos criar um mundo onde todos possam viver afortunadamente, sem a necessidade de ideologias, de vertentes políticas, apenas todos nós voltados para o sacrifício derradeiro de Jesus na Cruz no Monte Calvário.

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