A inspiração de George Soros



Em 1947, após ter rompido com o Partido Comunista, um certo filósofo austríaco fundava em conjunto com amigos a Sociedade Internacional Mont Pèlerin para defender o liberalismo. Na Londres dos idos de 1950 o expatriado filósofo ministrava aulas onde pregava um conceito que designou por "sociedade aberta", um conceito segundo o qual a liberdade individual, o pluralismo e a pesquisa livre deveriam prevalecer. Esse conceito tornou-se a causa da vida de George Soros, então aluno do aludido filósofo, a saber, Karl Popper. 
O futuro magnata levaria a cabo maciços investimentos no sentido de disseminar ideologias e agendas políticas, as quais, combinadas com os ensinamentos de seu preceptor, acomodavam princípios liberais (como a liberdade individual) no cerne de uma militância tresloucada e formada por pequenas coletividades artificiais e minoritárias (pautada no pluralismo de ideias). 
Mais uma evidência de que o projeto conduzido por Soros nada tem de comunista, mas muito tem de liberal. Liberal porque se baseia na articulação político-ideológica entre a liberdade individual e o pluralismo. O pluralismo (ou diversidade) é, na verdade, é um mecanismo de atomização da sociedade, uma forma de fragmentar o tecido social isolando as pessoas uma das outras em pequenos segmentos, dissolvendo os laços existentes entre elas. Isso também pouco tem de comunista, mas muito tem de liberal. 
Aliás, quer coisa mais liberal do que a atitude de uma feminista que diz lutar pelo direito sobre o que fazer com o próprio corpo? E olha que aqui estamos falando de uma mentalidade hiperliberal ("meu corpo, minhas regras").

Autor: Daniel de Boni

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