Holocausto Silencioso: A sanha progressista pela legalização do aborto

Dias depois da descriminalização e liberação do aborto na Argentina o Papa Francisco disse em sermão que "O aborto é o nazismo de luvas brancas".
Explicando ponto a ponto o que o Santo Padre disse, ele faz um elo entre o aborto e a eugenia praticada pelo estado nazista as décadas de 1930 e 1940 na Alemanha, onde apenas pessoas que correspondessem ao modelo ideal da sociedade ariana possuía plenos direitos de cidadão, as luvas brancas representam uma falsa piedade.
O tempo é muito relativo e muitas vezes temos a impressão de que algo existe há pouco tempo, mas a verdade está sempre mais ao fundo do que imaginamos. E isso não é muito diferente com o aborto, que apesar de ser uma técnica relativamente moderna, mas não é de agora que existem forças que batalham para diminuição da população global. A diminuição da população global tem muito a ver no sentido de controle e esse controle da população surgiu junto com o iluminismo. Uma população menor é muito mais fácil de controlar e muito mais fácil de se aplicar os planos de engenharia social.
Essa diminuição da população foi amplamente praticada nos países que aplicaram o socialismo, mas antes disso, durante a revolução iluminista francesa também houve massacres principalmente daqueles que se mostram opositores da ideologia e para aplicadores ideológicos qualquer um que discorde de qualquer ponto se torna um opositor e consequentemente um inimigo, já que nesses movimentos ou concorda-se com tudo ou torna-se um pária.
Matar pessoas adultas acaba por criar momentos históricos vexaminosos como o Holocausto Judeu na Alemanha Nazista, A Grande Fome na Ucrânia durante o domínio socialista soviético, A Revolução Cultural Chinesa, as reformas populacionais no Camboja e o mesmo no Vietnã, Cuba e outros países da América Latina.
A diferença desses acontecimentos para o amplo lobby em defesa da liberação do aborto consegue ser ainda pior, já que as vítimas de aborto quase sempre não são registradas, elas não são enviadas para câmaras de gás, nem para campos de trabalhos forçados e os registros fotográficos dessas vítimas são raros. Assemelhando-se a psicopatas produzidos em escala industrial, multidões de mulheres vibrando de felicidade por terem a oportunidade dentro da legalidade de matarem seus próprios filhos. Hoje os engenheiros sociais escondem-se por detrás de suas fortunas, sem terem que disparar sequer uma bala de fuzil assassinam milhões de pessoas mundo a fora, incutindo na mente de jovens mulheres que é saudável e libertador assassinar um bebê.
O meu maior temor é a escalada. Eu sempre falo nos Hangouts com o Renato que na esquerda nada termina é sempre algo progressivo. Podem em um primeiro momento pedir o direito de realizar o aborto durante as duas primeiras semanas, depois partirão para os dois primeiros meses, para logo pedirem para poder realizar a qualquer momento durante a gestação e até mesmo depois do nascimento assim como foi na URSS. E assim servindo de massa de manobra para interesses escusos as portadoras do estandarte da moralidade o fizeram de pano de chão. Não tenham medo das feministas histéricas que andam nas ruas com os seios a mostra, elas são apenas uma cortina de fumaça, tenham medo da feminista de terninho que faz pressão no congresso para aprovação de leis nefastas, tenham medo do rostinho bonito de Hollywood que usa sua habilidade atuação para criar comoção nas plateias, tenham medo dos bilionários que financiam esses movimentos, tenham medo de quem pucha as cordas.

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