Pelo fim dos blocos econômicos e zonas de livre comércio.

Pelo título vocês devem achar que eu enlouqueci, mas esse não é o caso.
Quando a zona do Euro surgiu ela apareceu como a solução para a Europa para facilitar o câmbio entre os países daquele continente. A ideia de vários países com a mesma moeda, com a mesma cotação parece uma ideia ótima, mas acontecimentos recentes demonstraram o contrário.
Agindo com extrema má fé a Grécia elevou os gastos públicos para manter o bem-estar social gastando mais do que arrecadava enquanto países mais bem estruturados financeiramente da zona do euro lhe davam base de suspensão
, os níveis de desemprego daquele país chegaram a níveis alarmantes e a situação apenas piorou com a eleição de uma chapa socialista para governar o país, a última notícia que eu tenho conhecimento sobre os acontecimentos na Grécia foi que que o governo havia expropriado o dinheiro das poupanças e das previdências, causando pânico na população, principalmente dos aposentados.
Mas não pense que a União Europeia para em uma simples zona de livre comércio, ela tomou uma estrutura tão grande que possui o seu próprio parlamento, onde são votadas leis a serem seguidas por todos os países da União sem prévia consulta nem mesmo dos demais parlamentos, o que eu enxergo como uma clara violação de soberania. Essa foi uma das razões para que o Reino Unido deixasse a União Europeia este ano.
O mesmo acontece na América do Sul com blocos da UNASUL e MERCOSUL, com a entrada de países completamente falidos no bloco, como por exemplo, a Venezuela o Brasil estrita laços comerciais com países que não tem nenhum tipo de vantagem a oferecer. Em nosso caso vemos o que também uma espécie de parlamento paralelo pode causar a diversas nações. Com a elevação do Foro de São Paulo de simples teoria da conspiração para uma organização real, foi posta luz em cima de interesses escusos de ditadores e aspirantes a tal para um plano nefasto de dominação da América Latina integrando todos eles com governos socialistas.
No caso dos europeus a situação parece ainda mais grave. As políticas adotadas pelo parlamento da União Europeia parecem se basear em diretrizes da Organização das Nações Unidas (ONU) e direcionando os países integrantes da união para políticas de aceitação da imigração livre, progressismo e multiculturalismo, criando dentro desses países parcelas não integrantes da sociedade vigente, aceitação geral de falso sensos comuns e enfraquecimento de identidade cultural básica de cada país integrante. Além de medidas ambientalistas que freiam o desenvolvimento industrial, como é o caso da Alemanha que pressionada por organizações ambientais desativou suas usinas nucleares e hoje depende basicamente do gás importado da Rússia como sua principal matriz energética deixando o país à mercê dos humores dos governantes russos.
Outro caso semelhante ao da Grécia é o de Portugal que hoje se sustenta quase que exclusivamente da ajuda enviada pelos países membros da união e não vê outra saída senão continuar dependente deixando o país em um estado semi-parasitário.  
A existência de blocos econômicos limita os países dentro dele de fazer comércio com os demais países do mundo e impede a entrada de outros, além de ser uma clara forma de intervenção na economia sendo ela estatal ou não, o que beneficia apenas o grande capital e corporações, limitando a concorrência e impedindo o surgimento e crescimento de empresas nos mais diversos ramos, devido as barreiras comerciais, burocracia exagerada e exigências estapafúrdias para participação daquele mercado.
Quando um bloco econômico surge pode ser que ele não traga nenhum tipo de benefício para os empresários e industriais daqueles países, mas com toda certeza trará diversos benefícios para os dirigentes governistas e corporações dos mesmos.
Para que se possa existir um real comércio global possibilitando a comercialização não pode existir de nenhuma forma nenhum tipo de órgão ou agência reguladora de mercado determinando quais são as regras nem mesmo tirando para si uma parcela dos negócios realizados com a pretexto de estar realizando proteção, o que mais se parece com uma extorsão, ou paga ou não vende.
Mas não cabe a mim dizer o que deve ser do mundo, só o que me resta é que a longo prazo esse tipo de estrutura não exista mais, que outros países se espelhem na iniciativa do Reino Unido em deixar a União Europeia livrando sua economia de burocratas e teóricos que não entendem nada na prática sobre rumos econômicos.

PS: Outro ponto negativo em blocos economicos e zonas de livre comércio é a adesão de países pobres a esses blocos. Comumente esses países são produtores de algum tipo de matéria prima e cria-se uma relação colonial com o país ou países desenvolvidos integrados a esses blocos. Sem contar com o fato de na maioria das vezes esses países estarem sob regime ditatorial onde o acordo de "livre comêrcio" beneficia exclusivamente a elite politica local.

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