Deturparam Maomé.




  Desde o atentado em Nice, na França, no dia 14 de julho nós estamos presenciando ataques terroristas reivindicados pelo Estado Islâmico acontecendo quase que diariamente.
Mas o que eu não entendo é a ginástica mental, que os jornalistas ocidentais estão fazendo para que a todo custo, esses ataques pareçam que não foram motivados por questões religiosas.
  Quando um maluco adentrou uma clínica de abortos nos Estados Unidos e matou várias pessoas que estavam naquele local, logo os “especialistas” da Globo News inspirados pelos “Gênios” da CNN, correram para culpar o porte de armas, a coisa ficou ainda pior, quando descobriram que o homem estava proferindo frases como “vocês vão para o inferno”, essa foi a deixa para eles darem o status de fanático religioso a ele.
  Por que quando um homem que se declara cristão e comete um atentado é um fanático religioso e que o cristianismo foi o fator motivador para a realização do ataque, mas quando outros homens declaradamente muçulmanos realizam o mesmo tipo de ataque, logo correm para inocentar o islã e assegurar imediatamente que o islã é uma religião da paz e que aqueles que praticam atentados em nome dessa religião estão deturpando-a?
  Existe no ocidente um consenso geral em torno de que o cristianismo é ruim e que o islã não é esse monstro pintado pelos reacionários da extrema-direita, racistas, xenofóbicos, islamofóbicos que odeiam todas as minorias, em resumo, para eles somos todos neonazistas ou até mesmo a reencarnação do próprio Adolf Hitler, além de criarem um paralelo com os discursos de Donald Trump e Jair Bolsonaro.
  Por mais que esse assunto tenha sido rebatido a exaustão, todos sabemos que as mídias ocidentais, desde o mais simples blog na internet até as redações dos grandes jornais e emissoras de televisão são dirigidos e pautados por militantes de esquerda em sua maioria, onde qualquer tipo de opinião contrária ao falso senso comum do politicamente correto estabelecido pela esquerda é logo silenciado, como foi o caso de alguns jornalistas, que foram impedidos de emitir opiniões e até mesmo demitidos, por conta do seu posicionamento, contrário a ditadura dos “guerreiros da justiça social” que são aqueles que retiram a motivação religiosa de atentados do Estado Islâmico e ao mesmo tempo procuram machismo, racismo e homofobia em qualquer discurso cristão. 

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